Um blogue sobre comunicação inteligente

31
Jan 11

As pequenas e médias empresas (PMEs) devem olhar para a web social (redes sociais + plataformas de partilha, como o Youtube) como uma oportunidade real de crescimento. Os exemplos já são consideráveis de negócios de pequena dimensão que conseguem por esta via obter uma dinâmica de interacção e vendas que os beneficia no longo-prazo.

Assim, aqui fica uma matriz (muito resumida!!!) de redes ou plataformas da web social, organizada por tipo de negócio, onde as PMEs devem manter uma presença estruturada, planeada e assídua para interagir com o seu público, aumentar as suas vendas e fidelizar clientes:

 

Tipo de Negócio Facebook Twitter Linkedin flickr YouTube Foursquare Groupon
Restaurante x x x x
Café x x x
Bar x x
x
Empresa de Catering x
x x x



Hotel / Turismo Rural x x x x x x x
Parque de Campismo x x x
Agente de Viagens x x x
Stand Automóvel x x x
Tabacaria / Papelaria x
Farmácia x
Lojas de Roupa / Sapatarias x x x x
Drogaria x
Venda por Catálogo x x
Garrafeira / Loja Gourmet x x x x
Padaria x x
Talho x x x
Florista x x x x
Cabeleireiro x x
x x x
SPA x x x x x
Loja de Animais x x x x x
Explicador x x
Clínica Médica / Dentária x x x x x
Creche / Infantário x x x x x
Empresa de Mudanças x x
Construtor Civil x x x
Pintor / Escultor x x x x x
Arquitecto x x x x x
Escritório de Advogados x x x x

 

São recomendações com base na generalidade dos negócios e podem (e devem!) ser revistas caso a caso. Se é dono ou responsável por um negócio destes, esta matriz pode ser um ponto de partida para sua reflexão sobre como estar de forma eficaz na web social.

Se já tiver tido alguma experiência com estas plataformas, aceitam-se contribuições de ideias, dúvidas e exemplos!

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 10:43

27
Jan 11

 

 

Apesar da empresa negar qualquer interesse no desenvolvimento dum “telefone facebook”, e acreditando nos utilizadores que reclamam ter visto no seu perfil um ícone como o assinalado na imagem, tal denuncia as intenções desta popular rede social em novas áreas de comunicação. Outras evidencias levam à especulação de que a empresa de Mark Zuckerberg se prepara de facto para alargar as suas funcionalidades às chamadas VoiP, coisa que colocaria a popular rede social com larga vantagem face aos concorrentes Skype e Google voice, e constituiria sem dúvida uma forte ameaça às telecomunicações tradicionais. Enfim, uma pequena revolução que mais do que justifica o valor de Usd 50 mil milhões atribuído á marca.

publicado por João Távora às 18:37

21
Jan 11

De facto na Internet não basta ter uma montra, o mais importante é que ela dê para “a rua”, de preferência para uma rua populosa com peões curiosos e interessados… no seu negócio: se vende artefactos pesca, convém estar virado para onde andam os pescadores, cativando-os com a sua mensagem e produtos. Uma montra compatível com uma eficaz análise estatística, de forma a aferirem-se resultados e corrigirem-se estratégias para uma melhoria de resultados.

Depois, começa o novo desafio, o capítulo da fidelização a que chamamos “relações públicas digitais” através das ferramentas de social media e de um marketing online inteligente, porque adequado ao seu publico alvo.

Para obter os melhores critérios para um site com resultados, há que procurar um bom parceiro, investindo hoje para ganhar amanhã.

publicado por João Távora às 16:49

20
Jan 11

 

Hoje mais do que nunca o site duma empresa deve ser concebido para ser o interface duma comunicação inteligente. Acontece que um site é um meio, não é um fim em si, a sua eficácia depende tanto da tecnologia utilizada quanto daquilo que lá dentro se coloca. O que se coloca é Comunicação. Como montra de um negócio ou projecto, a página deve disponibilizar de forma clara e bem hierarquizada as mensagens e funcionalidades, impelindo o visitante à acção, seja por contacto telefónico, por correio electrónico, ou compra pura e simples.

De facto a maioria dos sites existentes, alguns até caros e sofisticados, revelam-se uma quase inutilidade, como que montras enfeitadas que não dão para lado nenhum. Os seus conteúdos são invisíveis ao público, porque indetectáveis nas pesquisas dos motores de busca (SEO) e incompatíveis com a lógica de comunicação das redes sociais, de troca de conteúdos, ou relações públicas digitais. Este fenómeno que é bastante vulgar significa uma oportunidade para os projectos em estreia ou que invistam na correcção da sua estratégia na Internet.

 

(continua)

publicado por João Távora às 15:05

17
Jan 11

Na semana passada fui convidado a dar uma aula aberta na Universidade Atlântica em Oeiras a um motivado grupo de alunos da área tecnológica. Abordei em geral o tema daquilo a que designei como Layer Social (não fui o primeiro a usar o termo, como é óbvio), ou seja o fenómeno (e não a tecnologia em si) do uso de plataformas e suportes na interacção entre pessoas e entre pessoas e marcas.

O saldo foi altamente positivo e, devo dizer, que a mensagem expressa que lhes deixei foi clara: é preciso, cada vez mais, uma noção de que a Web Social não é um maná para as marcas nem um tipo de remédio contra todas as maleitas daqueles que pouco socializam.

Os social media são um meio e não a substância. Não se pode dizer que a TV aumente as vendas de uma empresa. O que se pode dizer é que um bom anúncio de TV aumenta as vendas de uma empresa. O meio não importa tanto como o nosso conhecimento de como o utilizar em nosso benefício. Isto escapa a muita gente, na ânsia de querer estar e aparecer, mesmo antes de saber estar e de saber aparecer de forma inteligente.

Neste artigo do Economist, fiquei rendido à definição de Ciber-Realismo (oposta a Ciber-Utopia), termo que adoptarei daqui para a frente. Na realidade, foi essa a mensagem que tentei passar aos alunos e é essa a mensagem que eu penso que as empresas precisam cada vez mais de ouvir (e menos a de entusiastas que mostram a web social como a cura para todos os males!).

No fundo é simples: em 2009 quando o povo iraniano se revoltava nas ruas de Teerão, a web social era tão útil aos manifestantes para se organizarem como às autoridades na sua monitorização.

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 13:13

13
Jan 11

Há vários casos de pequenos negócios, como pizzarias, restaurantes, cabeleireiros, entre outros, que fazem cada vez mais uso das plataformas da web social para promover os seus produtos e serviços.

Estou cada vez mais convencido que os que vão vingar no futuro próximo são aqueles que:

1. Tratam todos os clientes por igual, mas recompensam generosamente os seus melhores clientes*

2. Dizem a toda a gente que recompensam os melhores clientes

3. Dão aos seus clientes ferramentas para serem "embaixadores" da marca junto dos seus amigos

4. São transparentes, proactivos e que interagem com os seus clientes e potenciais clientes onde eles estiverem

5. Apostam na tecnologia e plataformas certas para o seu público-alvo
*melhores clientes: aqueles que se destacam pela frequência das compras ou da divulgação que fazem dos produtos ou serviços junto da sua esfera de influência (família, amigos, colegas).

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 17:20

10
Jan 11

 

Como já referi aqui uma vez, considero que a Web 2.0 ou “Social Media”, como hoje se usa designar, com as suas tão democráticas quanto eficazes ferramentas de comunicação, tendem a relevar o tradicional e dispendioso “mediador” para segundo plano, porquanto o seu sucesso emerge essencialmente da familiaridade com produto/ideia e muita inspiração (que não se aprende na escola) no manuseamento dessas ferramentas tecnológicas.
Este é o princípio que traz para a ribalta mediática muitos dos pequenos e médios projectos tradicionalmente sem recursos materiais para estas andanças. Veja-se por exemplo como um pequeno hotel independente, cujo responsável com criatividade e munido duma versátil plataforma de comunicação e vendas online, pode desenvolver por estes dias uma politica activa de relações públicas e comunicação “in house” que o diferenciará da concorrência.
Claro que iniciar um projecto destes requer, para além dum profissional dotado, de… umas horas de formação sobre a correcta utilização dos "social media" no contexto da empresa e do seu público-alvo, do alinhamento com o seu plano de comunicação e de um acompanhamento, mais ou menos regular, da evolução do projecto. A Sinapse Media existe para ajudar os projectos de PMEs a lançarem-se para a primeira linha do seu sector.

 

publicado por João Távora às 18:33

06
Jan 11

 

(...) Não é diferente, ou não deve ser, o trabalho de uma agência e o trabalho de um assessor “directo”. A relação pessoal de proximidade é a chave para o sucesso tanto num caso como no outro. Ou seja, o trabalho da agência junto do cliente deverá assentar numa relação de proximidade equivalente, caso contrário, será um fracasso. Por isso defendo que o assessor de imprensa tradicional “morreu”. Hoje, é impossível exercer um bom papel de assessor de imprensa sem um conjunto de valências em áreas conexas e isso é praticamente impossível a solo. Mas essa é outra discussão.

 

Fernando Moreira de Sá - Albergue Espanhol

publicado por João Távora às 19:14

04
Jan 11

A ler Public Relations Learned the Hard Way", por Suzanne Vranica no Wall Street Journal: BP, Apple, Toyota, HP, Johnson & Johnson e até o Facebook, deram que fazer aos especialistas em gestão de crise.

publicado por João Villalobos às 14:34
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03
Jan 11

Samsung Galaxy S

A Samsung conseguiu vender mais de 10 milhões de smartphones Galaxy S em 2010 segundo a Bloomberg, tendo assim atingido a sua ambiciosa meta como líder no mercado dos dispositivos Android.

O dispositivo tem-se revelado particularmente popular nos EUA com mais de 4 milhões de unidades aí vendidas durante 2010. O número total de vendas do Galaxy S foi de 2,5 milhões de unidades em toda a Europa e outros 2,5 milhões de unidades no país de origem da Samsung, a Coreia do Sul. 
As 10 milhões de unidades vendidas significam que não só a Samsung conseguiu atingir a sua meta de vendas, mas que se tornou num importante player no competitivo mercado global de smartphones. Mesmo assim, a marca sul-coreana ainda tem algum terreno até alcançar a Apple que recentemente anunciou ter vendido mais de 14 milhões de iPhones até Setembro de 2010.

publicado por João Távora às 17:34
editado por Leonardo de Melo Gonçalves às 21:30

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Editorial
Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais
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