Um blogue sobre comunicação inteligente

21
Abr 16

Ainda na semana passada aqui fizemos a apresentação da IoT, a "Internet-of-Things".

Só para que não fique a ideia de que é algo do futuro, algo que ainda está para chegar às nossas vidas, aqui fica um pequeno gráfico sobre as suas aplicações no mundo de hoje.

IoT

 

Fonte: IoT Analytics

publicado por Hugo Salvado às 11:37

13
Abr 16

Já todos ouvimos falar da Internet-of-Things (ou, em Português, “Internet-das-Coisas”), comummente representada por IoT.

Como é um tema que vai entrar de uma forma massiva na nossa vida, vamos apresenta-la num minuto. Só um minuto. Está a contar…

Ponto prévio: o que são dispositivos “physical first” e o que são “digital first”?

Os dispositivos “physical first” foram criados para ter um uso material e cujo objectivo principal não é, nem envolve necessariamente a comunicação digital de dados (ex.: um frigorífico, um livro, um aspirador, um carro, etc.); em oposição, os que são “digital first” são os que funcionam em primeira instância com recurso à comunicação digital (ex.: um computador, um tablet, um smartphone, um leitor de MP3, etc.).

Assim sendo, a Internet of Things é o universo de objectos físicos (dispositivos, veículos, edifícios, etc.) do tipo “physical first” que possuem electrónica, software, sensores e ligação de rede que os torna capazes de recolher e enviar dados, de modo a comunicarem e operarem em conjunto com outros dispositivos.

IoT

 

Esgotado o minuto que definimos atrás como limite, e explicitando um pouco mais, o que isto quer dizer é que um PC (personal computer) não faz parte da IoT porque é algo que foi concebido desde o primeiro dia para funcionar numa perspectiva digital, de cálculo e processamento, tornando-se “normal” que comunique e actue com recurso a redes de dados.

Por outro lado, uma persiana, ou conjunto delas, que comunicam (via Internet) com um smartphone e obedecem a comandos de um modo remoto, esses sim, fazem parte da IoT.

Outro exemplo de IoT (e de grande relevância na melhoria da qualidade de vida) é termos um relógio que mede o batimento cardíaco e que lança alertas por mensagem se os valores medidos estiverem fora de determinados limites; aliás, a biometria já está bastante avançada hoje em dia, neste mundo de IoT.

Assim, tipo “ponta de icebergue” (porque este tema é mesmo muito vasto), podemos apresentar a IoE, Internet-of-Everything, que junta ambos os universos, o “physical first” e o “digital first” à interacção directa com as pessoas, processos e dados.

Mas, sobre isto, falaremos em detalhe no futuro. E isso demorará mais de um minuto.

Depois desta breve apresentação, fica ou não claro que esta realidade vai entrar de uma forma massiva na nossa vida?

 

publicado por Hugo Salvado às 13:39
editado por João Távora em 14/04/2016 às 16:10

26
Mar 13

 

Shazam é o ultimo grito da moda, uma formidável ideia feita "aplicação" para smatphones e tablets (Apple ou Andoid) de sucesso viral, que permite, apontando o aparelho para a fonte sonora em casa, num bar, na rua ou numa discoteca, identificar uma música que esteja a ouvir com rapidez, obter a letra da canção, listar os respectivos vídeos do YouTube e, não menos importante, compra-la online na Amazon. Tudo isto correspondendo à apetência dos utilizadores das redes sociais partilharem músicas: identificado o tema, o utilizador é convidado a escrever umas palavras e partilhá-la no Facebook (e no próprio Shazam) com os seus amigos. Surpreendente é a o alcance da base de dados da aplicação: reconheceu alguns temas da minha colecção de discos antigos de 78 rpm e também identifica boa parte de trechos da música chamada "clássica". 

O pilar fundamental de qualquer aplicação para internet, mais do que a sofisticação da tecnologia com que é desenvolvida é a ideia subjacente. Como sempre e uma vez mais desaguamos nos fundamentos da comunicação web: o conteúdo é rei e senhor. 

publicado por João Távora às 12:24

12
Jan 12

 

Definitivamente a “newsletter” por email, exerce um inexplicável fascínio sobre muitos empresários portugueses. Irónicamente, apesar da sua comprovada inutilidade no meio do lixo que nos vem parar à caixa do correio diariamente, quanto mais abonecada e “dinâmica” (cara) for, mais atractiva é considerada. Claro que corremos o risco de ser proscritos pelo cliente se formos  peremptórios  a afirmar que ninguém vai ler a dita newsletter, se ela não for simples, sintética, limpa, e destinada a listas com segmentação absolutamente refinada.

É muito difícil contrariar esta fatal atracção pelo desperdício de recursos, que seriam tão bem empregues noutras fórmulas mais eficazes de comunicação, nomeadamente aquelas que as plataformas de social média hoje disponibilizam, se utilizadas numa abordagem profissional e estratégia ponderada. Por outro lado, parece-me estranho que a maior parte das empresas, incluindo algumas marcas com prestígio, ainda não tenham compatibilizado a sua comunicação online com a internet móvel, ou seja, com os cada vez mais vulgares smartphones. Para dar um simples exemplo, no outro dia na rua tive a necessidade de consultar uma conhecida distribuidora de cinema para confirmar a hora duma exibição, e o meu telefone bloqueou por causa incompatibilidade do sitio dessa marca com este tipo de gadgets. Shame on you!


Há quase vinte anos que se sabe (e a realidade comprova-o) que o palco da competição dos negócios cada vez mais se dará na Internet, mas a maior parte dos empresários portugueses continua a menosprezar este paradigma. Sem estratégia ou critério, contentam-se em "ter um site", solução que per si o mais das vezes redunda numa total inutilidade.

 

Imagem daqui

publicado por João Távora às 12:48

02
Jan 12

 

Em Portugal a Samsung, que utiliza o sistema Android, é líder ao nível dos telemóveis no seu todo e no subsegmento que mais cresce, os "smartphones"; não constituindo o preço o factor decisivo afirma Pedro Gândara, director de marketing da empresa em entrevista ao Dinheiro Vivo

publicado por João Távora às 10:55

15
Nov 11

 


Os operadores de televisão apreçam-se a lançar os seus serviços de oferta de conteúdos compatíveis com sistemas Android, iOS (da Apple) e Windows Phone 7 utilizados na maioria dos smartphones ou tablets no mercado. Foi o caso recente da Meo que após um período de lançamento grátis a partir de Março cobrará oito euros mensais pela aplicação “Meo Go” que permite o acesso a toda programação da operadora e respectivos vídeos de “aluguer”.
Para os mais distraídos, esta notícia deve servir de alerta para a importância da urgente compatibilização dos seus recursos promocionais e de comunicação não só com as plataformas de social media, mas com os novos recursos de internet móvel. Falamos obviamente de comunicação inteligente, ou seja, para obeter resultados.

publicado por João Távora às 11:18

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Editorial
Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais
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