Um blogue sobre comunicação inteligente

24
Abr 13

Não basta a uma empresa ter uma "montra" na Internet, o mais importante é que ela dê para “a rua”, de preferência populosa com gente interessada no seu negócio: se vende artefactos pesca, convém estar virado para onde circulam os pescadores, cativando-os com uma mensagem apropriada.



publicado por João Távora às 10:40
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14
Jun 12

Numa altura em que os acessos e pesquizas na Internet pelo telemóvel são cada vez mais usuais, deveria ser uma prioridade das empresas e organizações que privilegiam a sua presença web facilitar o acesso aos seus potenciais clientes.  Imaginem a imagem deixará uma marca, se alguém em transito na cidade tentar aceder por esse meio à respectiva página na internet, para se informar sobre um detalhe dum produto, ou simplesmente confirmar a morada, e como resultado ficar com o aparelho bloqueado por megabites de animações e imagens ou por causa de um menu de navegação desadequado? Muito desagradável, certamente. E tal experiencia é escusada, pois acontece que pode ser muito mais simples do que aparenta, associar ao seu site, denso de informação e imagens a uma atraente versão para smatphone.  Soluções não faltam

publicado por João Távora às 17:22

21
Mar 12

 

Ainda a propósito deste texto: acontece mais vezes do que seria desejável, mas chegam ao nosso contacto muitas empresas queixando-se da ineficácia do seu site (falta de visitas, de resultados) muitas vezes pagos a peso de ouro, pedindo-nos pareceres e orçamentos para as alterações ou passos de mágica.
Acontece que alterar a estrutura e um site, impondo-lhe uma lógica de comunicação online é quase sempre mais complicado (caro) do que fazer um novo. A sua eficiência depende, muito mais do que de qualquer campanha de publicidade, de uma programação bem implementada (limpa), de um bom design, e fundamentalmente duma arquitectura ergonómica, baseada numa hierarquia de palavras-chave bem definida, conteúdos bem concebidos, que cativem o visitante e o levem a interagir com a marca e aderir ao produto/ideia.
Entenda-se que um website eficaz é uma ferramenta de marketing multidisciplinar, assente principalmente em três vectores: 1) programação, 2) design, e numa estratégia/estruturação duma mensagem – 3) comunicação. O desprezo por qualquer destas especializações constitui um sério risco de falhanço do projecto, de um completo desperdício de recursos.

É na reunião e coordenação de bons profissionais, no estudo (com o cliente) duma estratégia narrativa e sua implementação, que entra a Agência de Comunicação. E para espanto de muitos dos nossos clientes, isto não representa uma significativa inflação de custos… principalmente tendo em conta os resultados.

publicado por João Távora às 12:07

17
Jan 12

Decorre, nos tribunais americanos, um gigantesco processo que se intitula de "S.O.P.A. - Stop Online Piracy Act", ou seja um "acto para parar a pirataria online".

Dada a sua dimensão, alcance e objectivos, faz sentido a analogia a um iceberg.

Acima da tona da água, é visível uma acção para proteger os artistas e seus conteúdos, bem como a tentativa de erradicar todos os comportamentos e acções que sejam passíveis de violar as leis de direitos de autores.

Mas, como se de um iceberg se tratasse, a esmagadora maioria do processo não está à tona, mas submersa em interesses e motivações que, em várias vertentes, pouco parecem ter a ver com o que deveria ser uma legislação deste tipo.

As primeiras questões postas pelo utilizador da Internet seriam:
"Mas vai mudar alguma coisa? O que é que isso me afecta?"

A verdade é que, caso o "SOPA" passe (seja aprovado), todos os conteúdos que são colocados online terão um novo enquadramento de direitos de autor, dado que a entidade, ou melhor, o site que os publica fica imediatamente sujeito a uma catalogação e classificação que o pode, neste enquadramento, colocar numa lista negra.

Esta lista negra conterá, com toda a certeza, os sites de partilha de ficheiros, os sites de apoio a sistemas de peer-to-peer (ou P2P, plataformas sucessoras do Napster, como o µTorrent) e, adicionalmente, todos os que contenham conteúdos sujeitos a copyright em que as questões de licenciamento não estejam absolutamente regularizadas ou claras.

Um blogue ou um site que tenha, por exemplo, uma foto em que apareça algum conteúdo sujeito a copyright é passível de ser incluído nesta lista negra (para todos os que publicam fotos no "seu" Facebook ou que, de uma forma amadora, escrevem artigos em blogues com recurso a fotos disponibilizadas online, esta lei terá um impacto real). 

 

Mais do que isso, os mecanismos de busca e todos os tipos de sites noticiosos ou de conteúdo oficial ficam proibidos de terem links apontados para sites e endereços IP que estejam na lista.

A expressão livre fica, até na Internet, sujeita à censura.
Para quem, como nós, está fora dos EUA, a frase torna-se ainda mais pesada, porque a sujeição é à lei e à censura americana.

Por trás deste "SOPA/PIPA" (onde "P.I.P.A. - Protect IP Act" se refere a uma proposta de lei complementar dentro do mesmo âmbito) estão a MPAA (Motion Picture Association of America), a RIAA (Recording Industry Association of America), e a Câmara de Comércio dos EUA (U.S. Chamber of Commerce)... ou seja, a indústria cinematográfica, a indústria fonográfica e a representação do comércio no Governo americano.

Do outro lado está o universal grito de e pela liberdade, escrito e vociferado bem alto por milhões de pessoas (anónimos e famosos) e também por entidades e empresas como o Google, Wikipedia, Facebook, Twitter, Tumblr ou a Reddit.

Vários sites estarão amanhã offline, nomeadamente a Wikipedia, em protesto contra o que consideram poder vir a ser o dia mais negro da expressão livre... a convocatória para uma "Quarta-Feira Negra na Internet" está feita, embora as obrigações legais e contratuais de prestação de serviços impeçam aparentemente que o Google e outros grandes players opositores venham a participar neste "apagão".

O fundador da Wikipedia diz: "Isto vai ser um 'uau!' e espero que na quarta-feira a Wikipedia ajude a sobrecarregar os telefones em Washington até que derretam. Digam a toda a gente que conhecem o que se passa!"

Quem também já se juntou a este movimento foi a Mozilla (empresa que faz o browser "Firefox") e a Wordpress (serviço que permite a criação gratuita e simplificada de sites e blogues).

A posição da Casa Branca é, como se esperava, cautelosa, com comentários como: "Qualquer esforço para combater a pirataria online deve ter mecanismos de defesa contra a censura e proteger as actividades que estão dentro da lei. Adicionalmente, não deve inibir a inovação feita por quaisquer entidades, sejam estas grandes ou pequenas."

Como nos EUA as actividades de lobby são legais e feitas "às claras" (ser lobbyista é uma profissão reconhecida pela lei), é preocupamente para todos os que se opõem ao "SOPA/PIPA" que os comités que as votam e podem levar ao Congresso sejam visível e maioritariamente a favor.

Nunca como hoje, a frase do escritor/compositor/intérprete Robert Zimmerman, a.k.a. Bob Dylan, foi tão verdade:
"The times, they are a-changin'!"


Fontes: CNET | ABC News

publicado por Hugo Salvado às 18:15

21
Jan 11

De facto na Internet não basta ter uma montra, o mais importante é que ela dê para “a rua”, de preferência para uma rua populosa com peões curiosos e interessados… no seu negócio: se vende artefactos pesca, convém estar virado para onde andam os pescadores, cativando-os com a sua mensagem e produtos. Uma montra compatível com uma eficaz análise estatística, de forma a aferirem-se resultados e corrigirem-se estratégias para uma melhoria de resultados.

Depois, começa o novo desafio, o capítulo da fidelização a que chamamos “relações públicas digitais” através das ferramentas de social media e de um marketing online inteligente, porque adequado ao seu publico alvo.

Para obter os melhores critérios para um site com resultados, há que procurar um bom parceiro, investindo hoje para ganhar amanhã.

publicado por João Távora às 16:49

03
Nov 10

É nos sites simples que é mais fácil detectar boas e más práticas, que podem ser extrapoladas para sites mais complexos.
Aqui fica o exemplo de dois sites de promoção de aplicações iPad, cujo propósito principal é, obviamente, conduzir o utilizador a fazer download da aplicação.


Brushes


Aqui está uma excelente aplicação que ganharia com uma reconfiguração ao site:

1. "Scroll": o utilizador é levado a ler para baixo do écran inicial, numa forma pouco organizada, onde é difícil seleccionar o texto que nos interessa.

2. Texto longo e pouco atractivo: logo abaixo da imagem temos uns parágrafos de texto descritivo. Porque não um vídeo ou animação?

3. Páginas secundárias: Mais uma vez, um vídeo resolveria esta questão, visto que se evitava que o utilizador tivesse de ir a outra página (sempre com muito menos consultas que a homepage) para ver as funcionalidades da aplicação.

4. Fora de contexto: Página de artistas, blog, fotos no Flickr. No fundo os criadores deveriam ter optado por ter 2 sites: um de comunidade de utilizadores (partilha de portfólios, etc...) e outro site para promoção da aplicação. Como está, a eficácia de ambas as áreas (download vs. comunidade) fica comprometida.

Masque

 

Outra grande aplicação, com um site mais à altura (quase):

1. Design atractivo que comunica de imediato o propósito "artístico" da aplicação, neste caso de tratamento de imagem.

2. Animação: Sem intervenção do utilizador, a aplicação ganha vida e mostra-nos do que é capaz.

3. "Scroll": Ok, há um scroll significativo, mas tem os elementos bem organizados e é fácil escolhermos a parte que nos interessa.

4. Páginas secundárias: também as tem, mas alguém precisa mesmo de as ver? Eu fiquei convencido só com a homepage. Onde está o botão para download? Ah, aí está um ponto a melhorar... Um botão diferenciado da barra superior teria uma taxa de sucesso de cliques bem mais interessante.

Estranhamente, nenhum dos sites tem uma forma simples para divulgarmos a aplicação no Facebook, por exemplo.

Quantos sites são hoje excelentes exemplos de bons conceitos e de design, mas que não são feitos de forma a produzir resultados? Um back to basics compensa.

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 13:23

17
Out 10

 

@deco4macro (flickr)

Já lá vai o tempo em que bastava ter um site. Pedíamos a um conhecido, um "técnico", um sobrinho ou um afilhado e adicionávamos o prefixo "www" e um sufixo ".com" ou ".pt" ao nome da nossa empresa e o caso estava resolvido. Um luxo permitido nessa época. Com relativamente poucos sites online, era fácil tomar uma posição passiva e esperar que o nosso público viesse ter connosco.

Hoje em dia, apenas ter um site, já não é suficiente. Há cada vez mais e melhores. E quando não se está à altura da concorrência e do mercado, o inevitável acontece e aquilo que se investiu num site em flash, com animações, botões e outras sofisticações de nada serve para nos posicionarmos de forma eficaz perante o nosso público.

Quantas vezes ouvimos casos de empresários que acabaram de investir muitos milhares de euros num site que inicialmente impressiona clientes, mas onde não conseguem mexer uma vírgula sem contactar a empresa que o produziu, um site que não aparece em motores de busca? Enfim, um site que não dá resultados.

É aqui que entra o conceito de presença online. Ter uma comunicação inteligente, mais do que ter um site é estar online, agir online com os mesmos objectivos e proactividade com que a empresa procura offline novos horizontes de negócio. Isto não significa usar os mesmos meios. Significa adaptar as acções e aspirações ao canal de comunicação que se tornou a Internet.

Ter um site bem construído, fácil de gerir e optimizado para motores de busca, um blogue de apoio para comunicar com o seu público, estar activamente nas redes sociais, criando contactos positivos com a sua marca. Uma comunicação inteligente, passa por um site e uma estratégia que lhe permitam pescar onde haja peixe.

O seu site já lhe dá resultados? Gostávamos de conhecer o seu caso. Comente este post!

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 16:55

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Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais
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