Um blogue sobre comunicação inteligente

26
Nov 11

 

Hoje mais do que nunca o site duma empresa deve ser concebido para ser o interface duma comunicação inteligente. Acontece que um site é um meio, não é um fim em si, a sua eficácia depende tanto da tecnologia utilizada quanto daquilo que lá dentro se coloca. O que se coloca é Comunicação. Como montra de um negócio ou projecto, a página deve disponibilizar de forma clara e bem hierarquizada as mensagens e funcionalidades, impelindo o visitante à acção, seja por contacto telefónico, por correio electrónico, ou compra pura e simples.

De facto a maioria dos sites existentes, alguns até caros e sofisticados, revelam-se uma quase inutilidade, como que montras enfeitadas que não dão para lado nenhum. Os seus conteúdos são invisíveis ao público, porque indetectáveis nas pesquisas dos motores de busca (SEO) e incompatíveis com a lógica de comunicação das redes sociais, de troca de conteúdos, ou relações públicas digitais. Este fenómeno que é bastante vulgar significa uma oportunidade para os projectos em estreia ou que invistam na correcção da sua estratégia na Internet.

De facto na Internet não basta ter uma montra, o mais importante é que ela dê para “a rua”, de preferência para uma rua populosa com peões curiosos e interessados… no seu negócio: se vende artefactos pesca, convém estar virado para onde andam os pescadores, cativando-os com a sua mensagem e produtos. Uma montra compatível com uma eficaz análise estatística, de forma a aferirem-se resultados e corrigirem-se estratégias para uma melhoria de resultados.

Depois, começa o novo desafio, o capítulo da fidelização a que chamamos “relações públicas digitais” através das ferramentas de social media e de um marketing online inteligente, porque adequado ao seu publico alvo.

Para obter os melhores critérios para um site com resultados, há que procurar um bom parceiro, investindo hoje para ganhar amanhã.

 

Texto reeditado

publicado por João Távora às 17:16

31
Jan 11

As pequenas e médias empresas (PMEs) devem olhar para a web social (redes sociais + plataformas de partilha, como o Youtube) como uma oportunidade real de crescimento. Os exemplos já são consideráveis de negócios de pequena dimensão que conseguem por esta via obter uma dinâmica de interacção e vendas que os beneficia no longo-prazo.

Assim, aqui fica uma matriz (muito resumida!!!) de redes ou plataformas da web social, organizada por tipo de negócio, onde as PMEs devem manter uma presença estruturada, planeada e assídua para interagir com o seu público, aumentar as suas vendas e fidelizar clientes:

 

Tipo de Negócio Facebook Twitter Linkedin flickr YouTube Foursquare Groupon
Restaurante x x x x
Café x x x
Bar x x
x
Empresa de Catering x
x x x



Hotel / Turismo Rural x x x x x x x
Parque de Campismo x x x
Agente de Viagens x x x
Stand Automóvel x x x
Tabacaria / Papelaria x
Farmácia x
Lojas de Roupa / Sapatarias x x x x
Drogaria x
Venda por Catálogo x x
Garrafeira / Loja Gourmet x x x x
Padaria x x
Talho x x x
Florista x x x x
Cabeleireiro x x
x x x
SPA x x x x x
Loja de Animais x x x x x
Explicador x x
Clínica Médica / Dentária x x x x x
Creche / Infantário x x x x x
Empresa de Mudanças x x
Construtor Civil x x x
Pintor / Escultor x x x x x
Arquitecto x x x x x
Escritório de Advogados x x x x

 

São recomendações com base na generalidade dos negócios e podem (e devem!) ser revistas caso a caso. Se é dono ou responsável por um negócio destes, esta matriz pode ser um ponto de partida para sua reflexão sobre como estar de forma eficaz na web social.

Se já tiver tido alguma experiência com estas plataformas, aceitam-se contribuições de ideias, dúvidas e exemplos!

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 10:43

23
Nov 10



Porque os melhores vendedores são os próprios clientes, fique a conhecer o Groupon e veja como é um conceito que deve considerar para o seu negócio:

Groupon = group + coupon (cupão)

Modelo de negócio
: Uma loja cria uma promoção que só acontece se um número suficiente de pessoas se comprometerem a usufruir dela. Os potenciais clientes recebem um alerta para a promoção. Se quiserem participar, comprometem-se em comprar e, ao mesmo tempo, partilham com os seus amigos via redes sociais para que eles também se comprometam (aumentando as hipóteses da promoção se realizar). Quando o número suficiente de aderentes é atingido, podem imprimir os seus "groupons" (cupões) e dirigir-se à loja, beneficiando da dita promoção.

É um modelo de negócio onde todos ganham:

1. Os clientes recebem descontos (entre outras benesses)

2. As lojas ficam com uma garantia de afluência (podendo preparar a logística, garantir o bom atendimento e, claro, as aumentar as receitas)

3. As lojas vêem os seus produtos promovidos de forma gratuita

Mas há um terceiro beneficiário:
4. O Groupon, como plataforma, recebe uma comissão sobre as vendas (normalmente de 50%!)

Funciona porque:

1. Baseia-se na proximidade: As lojas promovem descontos localmente = facilidade de acesso e potencial fidelização de clientes da zona (que aliás é o grande objectivo, já que as margens de venda são "sacrificadas" pontualmente em troco de popularidade).

2. É low-cost: A tendência low-cost impera e quem não gosta de ter 50, ou 75% de desconto num par de calças?

3. Cria word-of-mouth: De uma forma inteligente, este modelo coloca todos os envolvidos a falar sobre a promoção e logo, sobre a marca, aumentando o potencial de sucesso.

4. É uma solução win-win(-win): É uma relação win-win entre clientes e marca e entre marca e Groupon.

O Groupon é talvez o melhor exemplo de social commerce, que é a face, ou layer, do e-commerce cujo foco está no passa-a-palavra entre os clientes, que servem de prescritores dos produtos que compram ou querem comprar.

O Groupon foi fundado por Andrew Mason, um estudante de música norte-americano, em 2008 e tornou-se na empresa com mais rápido crescimento na história da Web. Em 2010 ultrapassará os 500 milhões de dólares em receitas. Está em mais de 150 mercados, incluindo em Portugal.

As vantagens deste modelo é que é facilmente replicável. Já pensou em como pode adaptá-lo ao seu negócio?

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 10:25

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Editorial
Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais
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