Um blogue sobre comunicação inteligente

13
Set 11

O que faria o Google? não é exatamente sobre o conhecido motor de busca: escrito pelo jornalista, blogger, professor universitário e consultor de media Jeff Jarvis, este livro é uma dissertação sobre mundo dos novos media e sobre a forma como a Internet está a afetar o mercado e as indústrias. Os pontos que o autor destaca como pilares do sucesso do Google (termo utilizado quase como uma metáfora não inocente de internet) são a simplicidade, gratuidade, criatividade e foco no utilizador. Ou seja, o livro não traz grandes novidades para os mais atentos seguidores da Web 2.0 e novos media, mas é certamente uma boa introdução aos desafios que as novas tecnologias de informação hoje convocam os empreendedores. Se copiar estratégias aplicadas para outras realidades quase nunca dá resultado, meditar nelas é certamente um estímulo para a inventividade.

 

Imagem daqui

publicado por João Távora às 10:23

22
Ago 11

 

É pena que alguns políticos tão empenhados na utilização das redes sociais, passada a refrega eleitoral, desinvistam no diálogo com os eleitores. O meu amigo Leonardo Melo Gonçalves há tempos abordou aqui o assunto dando o exemplo da Secretária de Estado Hillary Clinton, que ainda hoje se apresenta no perfil do Linkedin como candidata presidencial. É irónico o mau aspeto que pode gerar uma plataforma de gestão da boa imagem.
Pela parte que me toca não me choca que uma figura pública opte por um estilo de comunicação tradicional, sem “redes” nem modernices. O que já me soa estranho é quando a estratégia se altera subitamente sem uma explicação aparente que não seja “já consegui aquilo que queria, não tenho mais tempo para conversas ou amigos virtuais”.
Por isso é que me surpreendi que Paulo Portas, um exímio comunicador tão bem rodeado de bons profissionais, tenha deixado ao abandono a sua página no facebook. Certo é que na matéria Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas também não se vêm destinguindo pela exuberância. Entende-se a dificuldade na gestão de protagonismos que possam vulnerar a coligação governativa. Entende-se perfeitamente que é mais fácil comunicar o protesto, fazer oposição. Mas nada disso justifica: o grande desafio da boa Comunicação e das boas Relações Públicas põe-se verdadeiramente na instável “cadeira do poder”. É que a história dos governantes está cheia de maus finais por causa de boas ações mal compreendidas.

publicado por João Távora às 18:23

02
Mai 11

Tal como nas ruas circundantes de Westminster, o casamento do príncipe William e Kate Middleton, foi vivido e comemorado nas plataformas web; Facebook, Twitter, Google e YouTube. Na passada sexta-feira o ciberespaço agitou-se como que um espelho virtual do grande acontecimento, projectando-o à escala global. Mas o que é mais revelador, é que na liderança das “celebrações online” esteve sempre o site da monarquia britânica criado para o efeito. Era a partir daí que se acedia a toda a informação, aos feeds do Twitter, ao "Evento" no Fecebook, ao arquivo de fotografias do Flickr, e ao vídeo ao vivo no YouTube através do Canal Real.
Assim, o número estimado de dois mil milhões telespectadores em directo na realidade não será mais do que um palpite quanto ao impacto mediático do evento, pois segundo a Akamai, nesse período o tráfego da web mundial esteve 39% acima do normal. Mas se isso não é prova cabal de que o fenómeno se deveu ao Casamento Real, o facto é que o Reino Unido foi listado como um hot spot, contabilizando cerca de 11% da actividade online global. Insisto: é sintomático que em matéria de comunicação web a Casa real Britânica não tenha deixado os seus créditos em mãos alheias.

publicado por João Távora às 19:23

13
Jan 11

Há vários casos de pequenos negócios, como pizzarias, restaurantes, cabeleireiros, entre outros, que fazem cada vez mais uso das plataformas da web social para promover os seus produtos e serviços.

Estou cada vez mais convencido que os que vão vingar no futuro próximo são aqueles que:

1. Tratam todos os clientes por igual, mas recompensam generosamente os seus melhores clientes*

2. Dizem a toda a gente que recompensam os melhores clientes

3. Dão aos seus clientes ferramentas para serem "embaixadores" da marca junto dos seus amigos

4. São transparentes, proactivos e que interagem com os seus clientes e potenciais clientes onde eles estiverem

5. Apostam na tecnologia e plataformas certas para o seu público-alvo
*melhores clientes: aqueles que se destacam pela frequência das compras ou da divulgação que fazem dos produtos ou serviços junto da sua esfera de influência (família, amigos, colegas).

publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 17:20

10
Jan 11

 

Como já referi aqui uma vez, considero que a Web 2.0 ou “Social Media”, como hoje se usa designar, com as suas tão democráticas quanto eficazes ferramentas de comunicação, tendem a relevar o tradicional e dispendioso “mediador” para segundo plano, porquanto o seu sucesso emerge essencialmente da familiaridade com produto/ideia e muita inspiração (que não se aprende na escola) no manuseamento dessas ferramentas tecnológicas.
Este é o princípio que traz para a ribalta mediática muitos dos pequenos e médios projectos tradicionalmente sem recursos materiais para estas andanças. Veja-se por exemplo como um pequeno hotel independente, cujo responsável com criatividade e munido duma versátil plataforma de comunicação e vendas online, pode desenvolver por estes dias uma politica activa de relações públicas e comunicação “in house” que o diferenciará da concorrência.
Claro que iniciar um projecto destes requer, para além dum profissional dotado, de… umas horas de formação sobre a correcta utilização dos "social media" no contexto da empresa e do seu público-alvo, do alinhamento com o seu plano de comunicação e de um acompanhamento, mais ou menos regular, da evolução do projecto. A Sinapse Media existe para ajudar os projectos de PMEs a lançarem-se para a primeira linha do seu sector.

 

publicado por João Távora às 18:33

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Editorial
Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais
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