Um blogue sobre comunicação inteligente

20
Jul 15

Antes de qualquer noticiário das TVs tradicionais, o impressionante incidente entre um tubarão branco e o surfista Mick Fanning  durante o torneio de surf de Jeffrey's Bay, na África do Sul já circulava nas redes sociais pelo mundo fora através do canal Youtube da World Surf League. Em pouco mais de 24 horas o vídeo atingiu já 10 036 914 visualizações. 

publicado por João Távora às 18:37

07
Abr 14

 

Já por diversas vezes abordamos as virtudes e virtualidades das redes de media-social no âmbito da facilitada tarefa de auto-edição, seja em texto, imagem ou audiovisual, e a ameaça que essas plataformas vêm representando para os media tradicionais de quem acabam por ser concorrentes.

Um dos mais bem-sucedidos casos é sem dúvida o Youtube que, com enorme sucesso global, vem desviando público e receitas publicitárias às televisões, através de uma radical alteração de paradigma na produção e distribuição de conteúdos, que desta forma vem sendo democratizada de forma dramática.

Irónico é verificarmos como os media tradicionais, apesar de pressionados com a queda das receitas publicitárias de um modelo claramente em declínio, resistem aderir à web 2.0, agora que vivemos a web 3.0, ou “web semântica”, virada para a experiência de utilização e para os condicionalismos do meio (localização do utilizador, equipamento utilizado, design líquido, etc.).

Feita uma análise aos “players” de internet das principais operadoras de TV nacionais, para lá de não estarem devidamente adequados aos dispositivos móveis, é curioso verificar como persistem na tentação de segurar o visitante dentro dos seus pesados websites, talvez devido a alguma absurda política de branding, ou quem sabe por um inadequado modelo de exploração publicitária ou de cross selling do material neles disponibilizado numa coerência editorial própria.

Com esta estratégia de custos incalculáveis, a disseminação viral dos vídeos é reprimida, coisa que não parece fazer sentido, a partir do momento que é tão fácil reproduzir a fórmula do Youtube, em que cada “filme” é rentabilizado por um anúncio nele integrado, estando o mesmo munido de um sistema de análise estatística e de botões emissores de códigos para facilitação de partilha em diferentes contextos web externos, como blogs, sites, e toda a sorte de redes sociais. Mesmo aqueles sites como o da RTP que disponibilizam botões de partilha, exceptuando o caso do código para o Facebook, exigem a contextualização do conteúdo “dentro de portas” através de um URL.

Esta estranha política, que não sendo causada por limitações técnicas, só se explica por uma enorme dificuldade dos media tradicionais fazerem o "paradigm shift" (mudança do paradigma), fenómeno que afinal vem potenciar toda a pirataria feita pelos utilizadores das plataformas social media como o Youtube, que pelas razões já enumeradas permitem potenciar a viralidade desses conteúdos dando-lhes asas.

Certamente que o factor de custos mais pesado na indústria do audiovisual é a criação de conteúdos. Ou seja, os grandes grupos de comunicação desenvolvem e possuem a matéria-prima, para depois descurar a sua difusão, e por consequência na sua rentabilização. Fará sentido resistir assim teimosamente até à morte, ou será que ainda pretendem um dia destes reivindicar subsídios ao Estado?

 

 com Hugo Salvado

publicado por João Távora às 09:36

12
Nov 13


Vídeo produzido pela Sinapse Media para o Canal Youtube do Instituto Amaro da Costa. Comunicação Inteligente é utilizar os recursos adequados num máximo de eficiência para os fins pretendidos. 

publicado por João Távora às 10:48
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25
Jul 13

A cada minuto que passa, o universo online cresce...

 

Online in 60 seconds
Fonte: Qmee
publicado por Hugo Salvado às 22:16

03
Jun 13

Como já aqui tínhamos falado, a televisão vai mesmo mudar. Com a massificação de aparelhos com acesso permanente a Internet móvel de banda larga, a quantidade de conteúdos multimédia que fica acessível a um telemóvel, tablet PC ou portátil é enorme.

Por outro lado, as televisões que temos em casa são cada vez mais LCDs, TFTs, LED TVs e afins, que fazem muito mais do que "subir canal" e "baixar canal" e que têm já quase obrigatoriamente uma ligação de rede (por fio ou wireless).

Dois ingredientes adicionais que o mês de Maio nos trouxe:

  • o YouTube lançou a sua versão portuguesa e a Zon foi o primeiro anunciante [link];
  • o YouTube (global) lançou os primeiros canais de subscrição por $0.99 / mês [link].

Para todas as pessoas que se questionam para que servem os cento-e-tal canais da grelha quando só usam uma dezena deles, estas duas notícias são um óptimo aperitivo para o que aí virá.

YouTube.pt

 

Cada pessoa, cada lar, poderá finalmente desenhar a sua grelha de canais a custos realistas, de acordo com o seu interesse e disponibilidade financeira.

Então, o que falta para termos a nossa própria grelha de TV digital (via serviço de Internet) onde quer que estejamos?
Pouco, falta pouco... faltam os acordos entre as empresas que gerem os direitos televisivos de transmissão.

 

Fontes: BBC | The Verge | Público | Jornal de Negócios.

publicado por Hugo Salvado às 11:15

17
Set 12

Tal como aqui falámos, a televisão vai mudar muito nos próximos tempos. O fácil acesso a banda larga (quer em dispositivos fixos, quer móveis) permite aceder a vídeos e conteúdos audiovisuais de um modo simples e intuitivo.

A pergunta imediata é: porque não ter televisão em directo?

 

YouTube Love Football

 

Depois do lançamento do canal "LoveFootball" no início de Setembro, onde já estão os resumos dos principais campeonatos da Europa, o passo seguinte é a transmissão em directo. Com os primeiros passos a serem dados na Alemanha e na Austria (parceria com a cadeia Sky), em breve teremos subscrições pagas via YouTube em vez dos operadores convencionais de televisão.

Por cá, SportTV e Olivedesportos que se cuidem.

Depois do desporto (a par do sexo, são as "indústrias" que mais dinheiro movimentam em audiovisual), espera-se que os canais generalistas se sigam, mudando assim todo o paradigma da TV, do seu marketing e publicidade.

 

Fontes: Público | Marketing Week | RapidTV | YouTube Blogs.

publicado por Hugo Salvado às 23:45

10
Abr 12

Na esmagadora maioria dos lares portugueses, entre as 19h00 e as 23h00, a televisão está ligada todos os 7 dias da semana... nesse "horário nobre", entram pelas casas adentro conteúdos criteriosamente seleccionados pelas Direcções de Programas da RTP, SIC, TVI, bem como outros canais que disputam 2% do share, já que os outros 98% estão perfeitamente atribuídos, embora diferentemente distribuídos.

Estes conteúdos incluem a programação e, como é claro, uma "fatia larga" de publicidade (para referência, e incluindo a auto-promoção e publicidade institucional feita por cada canal, por cada hora de programação, a TVI ocupa cerca de 37% do seu tempo com publicidade, a SIC ocupa cerca de 36%, a RTP1 ocupa perto de 25% e a RTP2 ronda os 2%).

 

 

Se a esmagadora maioria da população aceita a "boa escolha" feita por terceiros e deixa a televisão num canal durante toda a soirée, há uma crescente minoria que, além de já se informar com recurso a sistemas interactivos online (como sejam sites específicos, mecanismos de RSS, social media, blogues, fóruns, etc.), procura já conteúdos multimédia, e não apenas textuais, que preencham os seus interesses didácticos, informativos, de lazer, entre outros.

A televisão convencional já não serve! 

Para os que não deixam que escolham por eles (pelo menos, em permanência),  para os que escolhem o que querem ver, até pode estar desligada a televisão, que não faltarão bons conteúdos audiovisuais para ver e ouvir. 

Para quem sabe os conteúdos que quer ver, para quem os sabe seleccionar, são os PCs, notebooks e netbooks, tablets e smartphones que "oferecem" o ecrã para um verdadeiro video-on-demand (ao contrário do que seria suposto termos nos serviços de televisão por cabo). Todos conhecemos plataformas como o YouTube ou o Vimeo e é de crer que será nelas que existirão os canais de televisão do futuro.

Se é verdade que os "mega-sites" das empresas de televisão têm os seus conteúdos disponíveis (ainda que com algumas restrições), também é verdade poucos investirão tempo a andar de site em site à procura dos conteúdos relevantes ou do seu interesse. Todos esses sites têm uma organização, categorização e navegação diferentes, e torna-se pouco prático/interessante estar a "aprender" a bem navegar em cada um deles.
Tal como aconteceu (e ainda está a acontecer) neste "advento do social media", o que faz sentido é ter um local, um site, uma plataforma, algo que sirva de aglutinador de conteúdos, sejam estes "em directo" ou "de arquivo".

 

 

Como seria de esperar, o YouTube já deu o primeiro passo; após vários eventos transmitidos em live streaming para grandes audiências e à escala global (ex.: casamento do Príncipe William e Kate Middleton com mais de 100 milhões de pessoas, discurso de tomada de posse de Barack Obama com 70 milhões), passou a estar disponível a extensão YouTube Live para qualquer entidade (individual, empresa ou outra organização) que queira dar acesso a conteúdos ao vivo.

No final do mês passado, esteve pela primeira vez "no ar", no YouTube, um programa de comédia gravado ao vivo, uma produção do "My Damn Channel", sem qualquer tipo de restrição de acesso. Estamos a falar de múltiplas câmaras, num palco, com emissão regular (repito: regular!) em directo para TV e YouTube.

O superlativo (comercial, diga-se) está disponível desde hoje, 10 de Abril de 2012, e consiste na possibilidade de se criarem e oferecerem ao público acessos pay-per-view, monitorizados nativamente no YouTube, com estatísticas detalhadas (ao nível de analytics).

Ou seja, já tudo foi inventado e, no fundo, voltámos ao início, a uma espécie de início. Aproveito para usar uma expressão tipicamente americana que creio enquadrar-se bem: "the video broadcast has come full circle!"

Neste novo contexto, não parece haver nada que os serviços de televisão convencional possam oferecer que os serviços/plataformas online não possam igualar ou mesmo ultrapassar (em termos de programação, qualidade de vídeo, resolução Full-HD ou superior, legendas, comentários, partilha de conteúdos, selecção de playlists, arquivo de conteúdos para ver mais tarde, acesso a conteúdos seleccionados de acordo com as preferências, subscrições ou análise do histórico de visualização, etc., etc., etc.).

Para claro que a televisão vai mesmo mudar... vai mudar-se para o YouTube

 

Fontes: MediaMonitor (estatísticas TV)  |  Digitalmedia Wire  |  GigaOm

publicado por Hugo Salvado às 19:45

29
Fev 12

O nome até pode ser enganoso... poderia chamar-se "realidade melhorada" (ou "enhanced reality"), mas foi este o termo escolhido para a visão de imagens reais (em tempo real ou não) cujos elementos (pessoas, edifícios, pontos geográficos) são melhorados com informação adicional, sejam textos, som, vídeo, gráficos ou dados GPS, informação esta gerada por computador.

 

 

Ao contrário da realidade virtual, onde as imagens reais são substituidas por cenários gerados por computador, temos agora um interface que sobrepõe informação útil a imagens reais, para quem usar este tipo de plataformas.

 

Os primeiros testes foram simplistas e meramente demonstrativos do que se pode fazer.

 

No caso da HitLab, um desenho em papel serve de "semente" para a geração de gráficos:

 

 

No caso do panfleto da Nissan, a interacção é mais evoluída, pois não só se tem uma superfície onde se aplica a realidade aumentada, mas há pontos de interacção no próprio papel:

 

 

Mas as aplicações da "realidade aumentada" vão muito mais além do que estas demonstrações revelam, felizmente.

Na verdade, a tecnologia é tão nova que ainda não se faz ideia da dimensão do potencial dela.

 

Com a evolução dos ecrãs transparentes e/ou de espessura reduzida, imaginemos apenas o vidro dianteiro da nossa viatura a apresentar as legendas das ruas e dos edifícios por onde passamos... ou, sem aumento de complexidade, o interface GPS ser no próprio vidro dianteiro e não apenas num pequeno ecrã acessório.

 

Ou, no ramo da Medicina, num bloco operatório, todos os dados do paciente, bem como as informações sobre cada órgão, estarem a ser projectados nos óculos da equipa médica, ao invés de estarem em aparelhos fora do raio de visão.

 

Impossível? Longe disso.

 

Um dos players que investiu nesta tecnologia foi o fabricante do "Route 66", um software de GPS mais conhecido nos EUA do que por cá. Pela amostra, já dá para ver o potencial:

 

 

Como é claro, a Google tambem está no mercado e "promete" uns óculos com projecção de realidade aumentada para este ano de 2012, pelo preço de um smartphone.

 

A tecnologia está aí, disponível.

Como habitual, terão maior sucesso os que oferecerem melhor interoperabilidade e qualidade das camadas de informação... aguardamos (im)pacientemente.

 

Prontos para viver o futuro, já hoje?

publicado por Hugo Salvado às 22:45

01
Fev 12

De hoje a um mês, no dia 1 de Março, a Google (enquanto empresa) vai substituir 60 clausulas da sua política de uso de serviços e privacidade por apenas 1.

 

Como é que isso é possível?

Vamos ver se é possível explicar.

 

 

Resumindo numa frase, sempre que um utilizador estiver com login feito, estará a ter o seu comportamento monitorizado... esteja no Google, Gmail, YouTube, Picasa ou outro site qualquer que seja da Google e/ou esteja ligado ao Google Analytics (sistema/ferramenta de análise de comportamento dos utilizadores na web - com métricas e reports detalhados para quem o utiliza).

 

O processo consiste em unificar as políticas (tornando-as uma única e transversal) em todos os sites da Google, ao contrário do que acontecia até aqui, onde cada plataforma tinha a sua política de uso e privacidade.

 

Diz a Google que esta alteração visa a optimização da experiência do utilizador, criando ligagões e apresentando anúncios sempre mais correlacionados com os interesses e necessidades de quem "navega". As garantias dadas são:

  • Para quem não fizer login, o uso da pesquisa, do Gmail, YouTube e outros produtos e plataformas Google mantém-se possível, mas sem criação de métricas indexadas a um utilizador específico;
  • A Google não está a fazer nada de novo, não está a recolher informação que já não estivesse a ser recolhida; está a consolidar e a estudar de um novo modo toda a informação que já obtinha do utilizador pelo uso das suas plataformas (para os mais puristas, há sempre a oportunidade de criar contas diferentes para Gmail, YouTube, etc.);
  • O objectivo é simplificar; o Google era "apenas" um mecanismo de pesquisa em 1998 e hoje, 14 anos depois, contém uma vasta gama de produtos que obrigou a lista de políticas de privacidade a crescer até 60;
  • Todos os utilizadores de produtos/plataformas Google podem, no processo de cancelamento de uma conta, solicitar que todos os seus dados e informação pessoal sejam apagados.

 

A situação está a criar tanta celeuma que a Google "teve" de escrever uma carta ao Congresso dos EUA a explicar-se [ver conteúdo aqui] e a criar um minisite em formato de blogue com esclarecimentos [ver este link].

 

Estes assuntos são levados muito a sério pela Google.

Todos os conteúdos continuam a ser privados e, no que diz respeito ao uso feito pela Google, tudo é passível de ser editado, todas as permissões podem ser customizadas [ver este artigo detalhado da Cnet].

 

E essa é a maior garantia que um provider pode dar ao seu cliente.

 

 

Fontes: Google | Cnet | Time | Washington Post

publicado por Hugo Salvado às 00:30

24
Jan 12

Com o hype do social media, vários nomes emergiram como plataformas que permitem que conteúdos pessoais sejam guardados e partilhados online (com critério e perfil de acesso), sejam eles textos, imagens, vídeos, notícias e/ou ficheiros.

 

Desde o início da boom da Internet, e para além de sites institucionais de entidades ou empresas, bem como das publicações oficiais de jornais e revistas, depressa proliferaram, numa primeira fase, os fóruns de discussão, numa segunda fase, os blogues e, mais recentemente, as plataformas de social media (em boa verdade, os fóruns, os blogues e até as wikis se enquadram na definição de social media), como os conhecidos Twitter, Facebook ou Google+, mas também o LinkedIn, Flickr, StumbleUpon, Picasa, Blogger, Hulu, Plaxo, Hi5, Wordpress, Quora, Tumblr, Digg, Orkut e até a Wikipedia ou Wikileaks.

 

Mas, nesta fase da Web 2.0, consideram-se social media as plataformas que permitem a transformação de comunicação em diálogo interactivo, num contexto de Internet, baseado em conteúdos gerados por utilizadores, sejam estes pessoas ou entidades.

 

Assim sendo, quantas plataformas de social media há?

 

Conversion Prism
Existem mais de 250 plataformas de social media.
Alfabeticamente, e deixando o Twitter, Facebook e Google+ de fora, convido-vos a "darmos uma vista de olhos" nos 12 que considero serem os mais relevantes:
  • Digg / Dellicious - duas plataformas distintas que servem basicamente para o mesmo: guardar bookmarks (ligações preferidas) para referência futura; todas as vezes que não temos tempo para ler algo que é interessante e queremos mesmo ler depois, um click basta para memorizar a página;
  • Flickr - orientada para a partilha de fotografias/imagens, é também, pela sua vocação, um local onde se pode construir um portfolio que pode ser usado em vertentes profissionais ou exclusivamente pessoais;
  • Foursquare - para além de servir para indicar onde estamos presentemente, serve como guia turístico, já que se podem fazer recomendações e avisos sobre qualquer tipo de estabelecimento comercial ou mero local;
  • iTunes - na verdade, é muito mais do que o site de venda de conteúdos multimédia da Apple; é a extensão online para qualquer utilizador que tenha um iPod, iMac, iBook, iPhone ou iPad; os conteúdos podem ser adquiridos, mas também podem ser disponibilizados pelo próprio e todos podem fazer broadcast, aliás podcast, dos "seus" conteúdos;
  • LinkedIn - existe desde 2003 esta plataforma que permite a presença online de particulares e empresas/entidades num contexto profissional, onde coexistem ofertas de emprego com fóruns multi-temáticos, onde se pode desenhar e apresentar extensivamente um currículo e ter um perfil em uma ou mais Línguas;
  • MySpace - o grande responsável por vivermos o boom de social media e networking actual serve "apenas" para a promoção de artistas e da sua música; já foi re-inventado várias vezes (recentemente até mudou de logótipo) e a sua ligação ao Facebook tem funcionalidades interessantes, como sejam a partilha da playlist de uma plataforma para a outra;
  • Picasa - semelhante ao Flickr, permite o arquivo e gestão de fotos/imagens online, tendo as vantagens de pertencer à Google (interacção facilitada) e de ter utilitários que permitem a edição dos conteúdos (como se de um programa de tratamento de imagem se tratasse);
  • Plaxo - tem uma base-de-dados de mais de 40,000,000 de cartões de visita e serve para isso mesmo, para guardar informação básica sobre contactos pessoais;
  • Quora - plataforma onde se expõem problemas e se apresentam soluções detalhadas para as mesmas, como sendo um gigantesco centro de conhecimento online no formato "pergunta / resposta";
  • Wikipedia - o conceito de que qualquer pessoa pode partilhar e adicionar conhecimento vem da ideia do serviço colaborativo prestado pelas carrinhas "Wiki-Wiki" do aeroporto de Honolulu; durante algum tempo pairou a dúvida sobre se a qualidade dos conteúdos seria aceitável, mas a história deu razão ao fundador;
  • YouTube - não precisa de apresentação, certo?
Mas ainda poderíamos falar do Vimeo (vídeo), Tweetdeck, FriendFeed, HootSuite (aglutinadores de social content), Reddit, StumbleUpon (destaque e partilha de conteúdos), Groupon (compras), Classmates (colegas de escola), Wordpress, Drupal, XAMPP, Joomla (construção de sites), etc., etc., bem como áreas de recomendação de vários sites (nomeadamente o da Amazon, que foi fulcral no seu crescimento) que acabam por ser decisivos para tomadas de decisão de compra ao mesmo tempo que valorizam e credibilizam a opinião da comunidade.
Fica claro que o universo de social media é muito mais extenso do que se poderia pensar... e, tal como o "nosso" universo, também se encontra em (grande) expansão.
publicado por Hugo Salvado às 23:30

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Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais
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