
Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Está comprovado que a mentira é a pior propaganda, mas omitir o lado lunar da nossa personalidade, não é certamente uma falsidade, tão só uma sábia estratégia de aproximação. Então, chegamos à conclusão que a relação é plena de propaganda: vestimo-nos de acordo com o protocolo da ocasião, sorrimos para seduzir, ou… fazemos cara feia para afastar o indesejável - segmentamos.
Falamos, claro, de comunicação inteligente, que se aplica tanto às pessoas, como aos seus projectos ou produtos, que é o que sabemos fazer. E o que nos motiva a enfrentar um mercado tão competitivo é o facto de constatarmos que apesar dos progressos recentes, prevalece muita má comunicação, pouco eficaz tanto nos meios quanto na forma ou conteúdo. É num Mundo impertinente em que os conceitos, a tecnologia e os suportes permanecem em estonteante mudança, num permanente desafio à desacomodação e à inovação, que surge a Sinapse Media. Para fazer chegar o seu lado mais bonito ao maior número de pessoas que você ambiciona alcançar.
Leonardo de Melo Gonçalves
e
João Lancastre e Távora