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À espera que a web seja como a água

Quarta-feira, 16.02.11

O CEO do Twitter, Dick Costolo proclamou perante a audiência do Mobile World Congress há poucos dias, que o seu objectido era que o serviço de microblogging fosse como a água.

O que Costolo quer dizer com isto é que as plataformas devem deixar de requerer conhecimentos especiais para a sua utilização e deverão tornar-se tão omnipresentes e intuitivas, como o gesto de abrir uma torneira. Todos sabem fazê-lo, velhos e novos, com ou sem educação superior, homens, mulheres e crianças.

Este ponto de evolução, onde se usam estas ferramentas sem pensar, pode levantar questões éticas, como todas as revoluções as levantaram. Uma coisa é certa, a forma de comunicar, será alterada como nunca antes, numa evolução exponencial, quando comparada com o one-to-one do telefone do séc. XIX, depois massificado, ainda em modo one-to-one, no séc. XX.

Esta revolução vai ser all-to-all, com todas as gigantescas implicações que daí advêm.

Mais alguém está com sede?

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publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 16:45





Editorial

Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais

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