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Um blogue sobre comunicação inteligente
Capturar agora, focar depois
A realidade não existe.
O que existe é a nossa observação dela, o nosso ponto de vista, o nosso plano de focagem.
É assim que construimos a nossa interpretação da realidade.
Até há pouco tempo, esta analogia era uma verdade incontornável para quem usa uma câmara fotográfica.
Um novo conceito é-nos apresentado e oferecido pela pequena máquina Lytro, capaz de retirar informação cor, intensidade e direcção da luz reflectida em todo o espaço (ou perto disso) que está visível no campo de visão aquando da obturação; ao contrário das câmaras convencionais, que apenas retiram a informação estática no plano de focagem, a Lytro consegue retirar muito mais informação, para posterior interpretação e tratamento (a máquina gera um ficheiro LFP = Light Field Picture File, em vez do convencional JPEG = Joint Picture Expert Group File).
Resultado imediato: depois de tirar uma foto, pode-se focá-la em planos diferentes, de acordo com a preferência do fotógrafo; uma foto tirada com a Lytro pode ser reutilizada múltiplas vezes de acordo com o plano seleccionado, dado que a foto contem, em si, toda essa informação.
Neste momento, a plataforma de exportação/edição para Windows ainda está em desenvolvimento e apenas existe a plataforma para Mac.
Lição a tirar (transpondo novamente para o nosso quotidiano):
Retirar primeiro o máximo de informação, para posterior tomada de decisão sobre o plano de focagem.
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Sites no telemóvel
Numa altura em que os acessos e pesquizas na Internet pelo telemóvel são cada vez mais usuais, deveria ser uma prioridade das empresas e organizações que privilegiam a sua presença web facilitar o acesso aos seus potenciais clientes. Imaginem a imagem deixará uma marca, se alguém em transito na cidade tentar aceder por esse meio à respectiva página na internet, para se informar sobre um detalhe dum produto, ou simplesmente confirmar a morada, e como resultado ficar com o aparelho bloqueado por megabites de animações e imagens ou por causa de um menu de navegação desadequado? Muito desagradável, certamente. E tal experiencia é escusada, pois acontece que pode ser muito mais simples do que aparenta, associar ao seu site, denso de informação e imagens a uma atraente versão para smatphone. Soluções não faltam.
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Onde está o lucro do Facebook?
Correu muita tinta, muito papel, muita página de Internet, sobre a entrada em Bolsa do Facebook de Mark Zuckerberg.
Mas, tal como aqui apresentámos, todos os sinais apontavam para um preço excessivamente alto de uma empresa que tem muito de etéreo e pouco de concreto.
Tendo sido posta em venda por um preço inicial de $38, as acções subiram uns cêntimos no primeiro dia e, desde aí, foi sempre a descer até valerem os $27.72 do fecho de sexta-feira.
Quem lucrou?
Os do costume... os bancos e o dono da empresa.
Quanto aos (novos) accionistas, têm de esperar pela evolução do mercado, porque até agora, só têm conhecido o chamado "território negativo".