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A criação de uma marca ou como se luta contra o imobilismo

Terça-feira, 30.08.11

Sou da geração em que surgiram os primeiros projectos de Comunicação Social online. Fui jornalista fundador do Diario Digital numa altura em que os jornais em papel começavam a apostar também na Internet. Vivemos o boom do www e fizemos coisas inimagináveis, criativas e que marcaram a diferença. Hoje o Diário Digital ainda subsiste mas é, infelizmente, uma pálida imagem do que foi e, mais importante que isso, do que poderia ter sido.

Serve o parágrafo anterior para louvar a iniciativa de que o Dinheiro Vivo, até aqui exclusivamente online vai passar a ter uma edição em papel. Quando surgiu, certamente tiveram as suas dificuldades. André Macedo, o director, refere que em experiências passadas no i e na Sábado, “tive de fazer o caminho a partir do zero. Não havia fontes, as pessoas não conheciam a marca”.

Hoje, felizmente, é diferente e o Dinheiro Vivo consolidou-se no mercado e dá o que se pode dizer que é passo natural e lógico: a passagem para uma edição também em papel, o que, no caso do Diário Digital nunca aconteceu e, penso, terá determinado o actual status quo do jornal.

No caso do Dinheiro Vivo, fica-se a saber que os projectos não vão parar por aqui e o Dinheiro Vivo parece imparável. Uma boa notícia contra a crise e a prova de que, se formos bons, interessados, ambiciosos e com vontade, tudo conseguimos.

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publicado por Francisco Mota Ferreira às 10:10


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Editorial

Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais

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