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Redes sociais, dinâmica e meritocracia

Quarta-feira, 02.05.12

Já não é a primeira vez que lemos ou ouvimos falar de “verdadeiros fenómenos” em popularidade nas redes sociais, seja no Twitter ou Facebook ou nos blogs. Tirando o caso dos famosos produzidos pelos meios de massas que depois capitalizam a sua celebridade nas redes, o sucesso na Internet é bastante democrático. Tendo em conta que nem toda a gente é dotada da mesma capacidade de gerir as ferramentas social media, ou seja, de construir uma coerente rede de relações quantitativa e qualitativamente boa, convém realçar que o suporte desse sucesso dependerá sempre da matéria-prima. Entende-se aqui “matéria-prima” como “conteúdo” ou “substância”; a qual, sem uma boa concepção, sem que reúna originalidade na ideia e pertinência na informação, em nada resultará. Isto corresponde a uma velha e incontornável máxima dos primórdios dos motores de busca web: “na Internet o conteúdo é rei”. Ou seja, na Internet, o seu sucesso depende maioritariamente do mérito, nunca de estatuto, e muito pouco da sua história. 

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publicado por João Távora às 10:15





Editorial

Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais

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