Um blogue sobre comunicação inteligente

26
Nov 11

 

Hoje mais do que nunca o site duma empresa deve ser concebido para ser o interface duma comunicação inteligente. Acontece que um site é um meio, não é um fim em si, a sua eficácia depende tanto da tecnologia utilizada quanto daquilo que lá dentro se coloca. O que se coloca é Comunicação. Como montra de um negócio ou projecto, a página deve disponibilizar de forma clara e bem hierarquizada as mensagens e funcionalidades, impelindo o visitante à acção, seja por contacto telefónico, por correio electrónico, ou compra pura e simples.

De facto a maioria dos sites existentes, alguns até caros e sofisticados, revelam-se uma quase inutilidade, como que montras enfeitadas que não dão para lado nenhum. Os seus conteúdos são invisíveis ao público, porque indetectáveis nas pesquisas dos motores de busca (SEO) e incompatíveis com a lógica de comunicação das redes sociais, de troca de conteúdos, ou relações públicas digitais. Este fenómeno que é bastante vulgar significa uma oportunidade para os projectos em estreia ou que invistam na correcção da sua estratégia na Internet.

De facto na Internet não basta ter uma montra, o mais importante é que ela dê para “a rua”, de preferência para uma rua populosa com peões curiosos e interessados… no seu negócio: se vende artefactos pesca, convém estar virado para onde andam os pescadores, cativando-os com a sua mensagem e produtos. Uma montra compatível com uma eficaz análise estatística, de forma a aferirem-se resultados e corrigirem-se estratégias para uma melhoria de resultados.

Depois, começa o novo desafio, o capítulo da fidelização a que chamamos “relações públicas digitais” através das ferramentas de social media e de um marketing online inteligente, porque adequado ao seu publico alvo.

Para obter os melhores critérios para um site com resultados, há que procurar um bom parceiro, investindo hoje para ganhar amanhã.

 

Texto reeditado

publicado por João Távora às 17:16

20
Jan 11

 

Hoje mais do que nunca o site duma empresa deve ser concebido para ser o interface duma comunicação inteligente. Acontece que um site é um meio, não é um fim em si, a sua eficácia depende tanto da tecnologia utilizada quanto daquilo que lá dentro se coloca. O que se coloca é Comunicação. Como montra de um negócio ou projecto, a página deve disponibilizar de forma clara e bem hierarquizada as mensagens e funcionalidades, impelindo o visitante à acção, seja por contacto telefónico, por correio electrónico, ou compra pura e simples.

De facto a maioria dos sites existentes, alguns até caros e sofisticados, revelam-se uma quase inutilidade, como que montras enfeitadas que não dão para lado nenhum. Os seus conteúdos são invisíveis ao público, porque indetectáveis nas pesquisas dos motores de busca (SEO) e incompatíveis com a lógica de comunicação das redes sociais, de troca de conteúdos, ou relações públicas digitais. Este fenómeno que é bastante vulgar significa uma oportunidade para os projectos em estreia ou que invistam na correcção da sua estratégia na Internet.

 

(continua)

publicado por João Távora às 15:05

15
Nov 10

Depois da notícia hoje de um estudo que mostra que 40% dos utilizadores de aplicações móveis de marcas se encontram descontentes, deixo aqui esta óptima apresentação da Marta Kagan (da viximo), autora da frase acima, sobre "branded iphone apps":

 

Branded iPhone Apps - the next generation of immersive mobile branding

Em resumo, as aplicações devem:
- Ter valor como entretenimento, ferramenta útil e como actividade social
- Ser simples
- Criar buzz
publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 14:34

21
Out 10
  1. Não se esqueça dos primeiros passos: oferecer wireless é imprescindível! (baixo-custo, alta-satisfação).
  2. Comunique com os hóspedes durante a estadia: SMS, e-mail, aplicação iPhone do Hotel, Twitter).
  3. Fidelize! Crie comunidades de hóspedes: abra o seu site à discussão. Hóspedes ouvidos, hóspedes satisfeitos. Deixe-os partilhar conteúdos.
  4. Recompense! Sabe quantas vezes um hóspede vai ao seu hotel? Crie esquemas de fidelização de modo a incentivar o seu retorno.
  5. Crie multimédia: o seu hotel é o melhor do mundo? Mostre-o pela internet em vídeos desde a suite presidencial, ao Spa, passando pelo restaurante.
  6. Behind-the-scenes: crie confiança mostrando os bastidores da sua operação!
  7. Pesquisa? Redes sociais? Passa-palavra?: Sabe por onde é que os seus clientes vêm ter consigo? Reforce a sua presença publicitária nos meios que mais hóspedes lhe trazem, com a possibilidade de medir sempre o retorno real.
  8. Seja “móvel”: o seu hotel é mobile-friendly? O seu site é visível em telemóveis? Já tem uma aplicação iPhone? Caso não tenha, ainda não está a aproveitar todo o potencial de interacção com os seus hóspedes (potenciais e reais).

 

Mais haveria para dizer mas para tanto tem de falar connosco!

publicado por João Távora às 13:00

20
Out 10

 

 

Quando uma crise sem precedentes ensombra o horizonte da nossa economia, somos chamados a mudar de paradigma procurando soluções e metodologias que promovam economia na geração de resultados… urgentes. Estes conturbados tempos escondem extraordinárias oportunidades, um manancial de novos horizontes abrem-se todos os dias para a actividade da Comunicação: a democratização da banda larga e das novas tecnologias vieram facilitar o acesso a uma oferta global de grandes talentos com custos de transacção altamente competitivos. De resto, com o espaço mediático com tendência para a fragmentação e com as novas soluções móveis a despontar em força, abrem-se novos horizontes para uma depurada optimização da relação custos-resultados. É aqui que se encontra o nosso queijo.

 

publicado por João Távora às 11:25

14
Out 10

 

 

Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Está comprovado que a mentira é a pior propaganda, mas omitir o lado lunar da nossa personalidade, não é certamente uma falsidade, tão só uma sábia estratégia de aproximação. Então, chegamos à conclusão que a relação é plena de propaganda: vestimo-nos de acordo com o protocolo da ocasião, sorrimos para seduzir, ou… fazemos cara feia para afastar o indesejável - segmentamos.
Falamos, claro, de comunicação inteligente, que se aplica tanto às pessoas, como aos seus projectos ou produtos, que é o que sabemos fazer. E o que nos motiva a enfrentar um mercado tão competitivo é o facto de constatarmos que apesar dos progressos recentes, prevalece muita má comunicação, pouco eficaz tanto nos meios quanto na forma ou conteúdo. É num Mundo impertinente em que os conceitos, a tecnologia e os suportes permanecem em estonteante mudança, num permanente desafio à desacomodação e à inovação, que surge a Sinapse Media. Para fazer chegar o seu lado mais bonito ao maior número de pessoas que você ambiciona alcançar.

Leonardo de Melo Gonçalves
e
João Lancastre e Távora
publicado por João Távora às 11:56
editado por Leonardo de Melo Gonçalves às 15:14

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Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais
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