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Numa imagem de marca, vemos o que ela representa ou vemos o que queremos?

Domingo, 19.02.12

Em Portugal, ao contrário de nos Estados Unidos da América, não somos muito dados à publicidade comparativa/competitiva, apesar de já haver enquadramento legal para tal há alguns anos.

 

Imagens como esta seriam altamente improvável de ver por cá:

Coke killed Pepsi

 

Este tipo de competição leva a que os próprios consumidores tomem parte na "guerra", optando e tornando pública a sua preferência, autenticamente "vestindo a camisola" do produto da sua preferência.
Seguem dois exemplos (camião da Pepsi a carregar máquina de vendas da Coca-Cola e um empregado da Pepsi a beber uma garrafa da bebida da concorrência):

Por cá, também se "veste a camisola" das marcas e produtos da nossa preferência, mas consideramos deselegante a comparação directa com a concorrência quando se fala em publicidade.

 

No entanto, esta competição/comparação está permanentemente presente, de forma explícita ou implícita, pelo que a simples identificação de uma marca nos leva imediatamente a aceitar ou a rejeitar o seu conteúdo.

 

Jogando com esta associação visual, o romeno Stefan Asafti desenvolveu um projecto gráfico que mistura/confunde propositamente marcas (e seus slogans) como se de conversações se tratassem.

 

Nas suas palavras: "É surpreendente o quanto os logótipos podem influenciar outros logótipos. A verdade é que cada par de rivais tem algo em comum, e também tem algo que permite construir uma identidade única e distinta face ao concorrente (...)."

 

Ficam três exemplos do projecto "Brandversations".

 

Coca-Cola vs Pepsi:

 

Coca-Cola vs Pepsi
Pepsi vs Coca-Cola

 

McDonald's vs Burger King:

 

McDonald's vs Burger King
Burger King vs McDonald's

 

Windows vs Apple:

 

Windows vs Apple
Apple vs Windows

 

Assim sendo, qual é a sua preferência visual?

E quais são as marcas que têm vencido repetidamente a "guerra"?

 

 

Fontes: Béhance Network | Google Images

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publicado por Hugo Salvado às 23:15

Sites dinâmicos, sites que vendem

Sábado, 26.11.11

 

Hoje mais do que nunca o site duma empresa deve ser concebido para ser o interface duma comunicação inteligente. Acontece que um site é um meio, não é um fim em si, a sua eficácia depende tanto da tecnologia utilizada quanto daquilo que lá dentro se coloca. O que se coloca é Comunicação. Como montra de um negócio ou projecto, a página deve disponibilizar de forma clara e bem hierarquizada as mensagens e funcionalidades, impelindo o visitante à acção, seja por contacto telefónico, por correio electrónico, ou compra pura e simples.

De facto a maioria dos sites existentes, alguns até caros e sofisticados, revelam-se uma quase inutilidade, como que montras enfeitadas que não dão para lado nenhum. Os seus conteúdos são invisíveis ao público, porque indetectáveis nas pesquisas dos motores de busca (SEO) e incompatíveis com a lógica de comunicação das redes sociais, de troca de conteúdos, ou relações públicas digitais. Este fenómeno que é bastante vulgar significa uma oportunidade para os projectos em estreia ou que invistam na correcção da sua estratégia na Internet.

De facto na Internet não basta ter uma montra, o mais importante é que ela dê para “a rua”, de preferência para uma rua populosa com peões curiosos e interessados… no seu negócio: se vende artefactos pesca, convém estar virado para onde andam os pescadores, cativando-os com a sua mensagem e produtos. Uma montra compatível com uma eficaz análise estatística, de forma a aferirem-se resultados e corrigirem-se estratégias para uma melhoria de resultados.

Depois, começa o novo desafio, o capítulo da fidelização a que chamamos “relações públicas digitais” através das ferramentas de social media e de um marketing online inteligente, porque adequado ao seu publico alvo.

Para obter os melhores critérios para um site com resultados, há que procurar um bom parceiro, investindo hoje para ganhar amanhã.

 

Texto reeditado

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publicado por João Távora às 17:16

Sites que vendem – mudar de vida!

Quinta-feira, 20.01.11

 

Hoje mais do que nunca o site duma empresa deve ser concebido para ser o interface duma comunicação inteligente. Acontece que um site é um meio, não é um fim em si, a sua eficácia depende tanto da tecnologia utilizada quanto daquilo que lá dentro se coloca. O que se coloca é Comunicação. Como montra de um negócio ou projecto, a página deve disponibilizar de forma clara e bem hierarquizada as mensagens e funcionalidades, impelindo o visitante à acção, seja por contacto telefónico, por correio electrónico, ou compra pura e simples.

De facto a maioria dos sites existentes, alguns até caros e sofisticados, revelam-se uma quase inutilidade, como que montras enfeitadas que não dão para lado nenhum. Os seus conteúdos são invisíveis ao público, porque indetectáveis nas pesquisas dos motores de busca (SEO) e incompatíveis com a lógica de comunicação das redes sociais, de troca de conteúdos, ou relações públicas digitais. Este fenómeno que é bastante vulgar significa uma oportunidade para os projectos em estreia ou que invistam na correcção da sua estratégia na Internet.

 

(continua)

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publicado por João Távora às 15:05

«Uma boa aplicação móvel é uma que realmente nos poupa tempo - ou que nos faz querer gastá-lo»

Segunda-feira, 15.11.10

Depois da notícia hoje de um estudo que mostra que 40% dos utilizadores de aplicações móveis de marcas se encontram descontentes, deixo aqui esta óptima apresentação da Marta Kagan (da viximo), autora da frase acima, sobre "branded iphone apps":

 

Branded iPhone Apps - the next generation of immersive mobile branding

Em resumo, as aplicações devem:
- Ter valor como entretenimento, ferramenta útil e como actividade social
- Ser simples
- Criar buzz

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publicado por Leonardo de Melo Gonçalves às 14:34

Aos Senhores directores hoteleiros: 8 maneiras de melhorar os resultados com a web e mobile

Quinta-feira, 21.10.10
  1. Não se esqueça dos primeiros passos: oferecer wireless é imprescindível! (baixo-custo, alta-satisfação).
  2. Comunique com os hóspedes durante a estadia: SMS, e-mail, aplicação iPhone do Hotel, Twitter).
  3. Fidelize! Crie comunidades de hóspedes: abra o seu site à discussão. Hóspedes ouvidos, hóspedes satisfeitos. Deixe-os partilhar conteúdos.
  4. Recompense! Sabe quantas vezes um hóspede vai ao seu hotel? Crie esquemas de fidelização de modo a incentivar o seu retorno.
  5. Crie multimédia: o seu hotel é o melhor do mundo? Mostre-o pela internet em vídeos desde a suite presidencial, ao Spa, passando pelo restaurante.
  6. Behind-the-scenes: crie confiança mostrando os bastidores da sua operação!
  7. Pesquisa? Redes sociais? Passa-palavra?: Sabe por onde é que os seus clientes vêm ter consigo? Reforce a sua presença publicitária nos meios que mais hóspedes lhe trazem, com a possibilidade de medir sempre o retorno real.
  8. Seja “móvel”: o seu hotel é mobile-friendly? O seu site é visível em telemóveis? Já tem uma aplicação iPhone? Caso não tenha, ainda não está a aproveitar todo o potencial de interacção com os seus hóspedes (potenciais e reais).

 

Mais haveria para dizer mas para tanto tem de falar connosco!

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publicado por João Távora às 13:00

Onde está o nosso queijo?

Quarta-feira, 20.10.10

 

 

Quando uma crise sem precedentes ensombra o horizonte da nossa economia, somos chamados a mudar de paradigma procurando soluções e metodologias que promovam economia na geração de resultados… urgentes. Estes conturbados tempos escondem extraordinárias oportunidades, um manancial de novos horizontes abrem-se todos os dias para a actividade da Comunicação: a democratização da banda larga e das novas tecnologias vieram facilitar o acesso a uma oferta global de grandes talentos com custos de transacção altamente competitivos. De resto, com o espaço mediático com tendência para a fragmentação e com as novas soluções móveis a despontar em força, abrem-se novos horizontes para uma depurada optimização da relação custos-resultados. É aqui que se encontra o nosso queijo.

 

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publicado por João Távora às 11:25

Propaganda

Quinta-feira, 14.10.10

 

 

Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Está comprovado que a mentira é a pior propaganda, mas omitir o lado lunar da nossa personalidade, não é certamente uma falsidade, tão só uma sábia estratégia de aproximação. Então, chegamos à conclusão que a relação é plena de propaganda: vestimo-nos de acordo com o protocolo da ocasião, sorrimos para seduzir, ou… fazemos cara feia para afastar o indesejável - segmentamos.
Falamos, claro, de comunicação inteligente, que se aplica tanto às pessoas, como aos seus projectos ou produtos, que é o que sabemos fazer. E o que nos motiva a enfrentar um mercado tão competitivo é o facto de constatarmos que apesar dos progressos recentes, prevalece muita má comunicação, pouco eficaz tanto nos meios quanto na forma ou conteúdo. É num Mundo impertinente em que os conceitos, a tecnologia e os suportes permanecem em estonteante mudança, num permanente desafio à desacomodação e à inovação, que surge a Sinapse Media. Para fazer chegar o seu lado mais bonito ao maior número de pessoas que você ambiciona alcançar.

Leonardo de Melo Gonçalves
e
João Lancastre e Távora

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publicado por João Távora às 11:56
editado por Leonardo de Melo Gonçalves às 15:14

editado por Leonardo de Melo Gonçalves às 15:14





Editorial

Gostamos da palavra propaganda, termo velhinho que, simplificando, antigamente definia sem complexos o conjunto de técnicas para publicitar uma ideia. Com o tempo, o termo muito utilizado pelos políticos numa conturbada fase do Século XX resistiu mal ao desgaste pelo sentido que assim se lhe deturpou: como se, realçar as virtudes próprias ou dum objecto, não fosse ambição e atitude legítimas, praticada por qualquer ser humano psicologicamente equilibrado e socialmente integrado. Ler mais

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